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CONTOS DE CARNAVAL (2) - A morte da porta-estandarte

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“A morte da porta-estandarte” É um conto de Aníbal Machadoi publicado pela primeira vez na revista Estética, em 1925 e fez parte do primeiro livro de ficção do autor, Vida Feliz, de 1944. Depois da notoriedade autor, o conto apareceu em outros livros e coletâneas. A história, cheia de drama e paixão, se passa durante um desfile de Carnaval no Rio de Janeiro e mostra a paixão de um rapaz por sua namorada, porta-estandarte, dona de uma beleza que faria qualquer homem se apaixonar por ela. O autor nos leva até um  final surpreendente. Boa leitura!   A morte da porta-estandarte      Que adianta ao negro ficar olhando para as bandas do Mangue ou para os lados da Central?      Madureira é longe e a amada só pela madrugada entrará na praça, à frente do seu cordão.    Se o negro soubesse que luz sinistra estão destilando seus olhos e deixando escapar como as primeiras fumaças pelas frestas de uma casa onde o incêndio apenas começou!…   ...

CONTOS DE CARNAVAL (1) - O bebê de tarlatana rosa

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Carnaval também é tempo de ler. Que tal um conto que vai lhe transportar para o Rio de Janeiro do início do século XX?  O conto  O bebê de tarlatana rosa foi  p ublicado a primeira vez no livro de contos  Dentro da Noite, em  1910. A autoria é de  João do Rio,  pseudônimo usado pelo carioca João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto,  jornalista, escritor, tradutor e teatrólogo, considerado um pioneiro da crônica-reportagem e  membro da Academia Brasileira de Letras.  O "tarlatana" do título refere-se a um tipo de t ecido de algodão, fino e encorpado,  que era muito usado em forros de vestidos, trajes de bailarina e em fantasias de carnaval. Boa leitura! O bebê de tarlatana rosa - Oh! uma história de máscaras! Quem não a tem na sua vida? O carnaval só é interessante porque nos dá essa sensação de angustioso imprevisto... Francamente. Toda a gente tem a sua história de carnaval, deliciosa ou macabra, álgida ou cheia de lux...